Do nada surgiu e para o nada fugiu.
Naquela noite ninguém podia adivinhar o que iria nascer daquele encontro fruto do acaso.
Ele ao entrar na sala vislumbrou o que seria para ele o primeiro desejo de um qualquer deus do Olimpo, perfeita, olhar carismático, presença marcante.
O olhar dela não engana. Também ela sentiu algo, mas esse algo é certamente um pensamento que nunca será transposto para palavras. Ela não o pode fazer, seria expor-se demasiado.
O vestido dela, preto, insinuante, grita para ser levantado.... toda ela emana sensualidade... desejo, tensão...
1 comentário:
cenário alternativo 1:
do nada surgiu e para o nada fugiu.
Naquela noite nenhum dos dois imaginava o que o acaso havia magicado.
Quando ele entrou ela sentiu imediata atracção. Não houve como negar nem vontade de o fazer.
A pose galante, sedutora e firme dele destronaram qualquer tentativa de resistência.
Os olhos em sintonia, os génios compatíveis, o desejo visível em cada um, o riso fácil, a mão dela a querer encostar levemente na sua cara.
Ela descobriu-lhe imediatamente uma cortina de ferro. Quis logo atravessar para o lado de lá. Saber. Conhecer. Ter acesso a quem ele é, àquilo que faz dele esta pessoa magnética e extrovertida.
Vontade de pegar-lhe na mão e dizer-lhe "Anda".
Deixar sem resposta o "onde?".
Dizer apenas "Comigo. Sem medo.".
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